PPGD PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DIREITO FACULDADE DE DIREITO Teléfono/Ramal: 99999-9999/99999 https://www.unb.br/pos-graduacao

Banca de QUALIFICAÇÃO: ISABELLA ARRUDA PIMENTEL

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : ISABELLA ARRUDA PIMENTEL
DATA : 04/12/2024
HORA: 09:30
LOCAL: https://teams.microsoft.com/meet/243106208678?p=ZZ5SZmHRWv7uMERwYb
TÍTULO:

O NEGACIONISMO HISTÓRICO COMO UMA (IN)JUSTIÇA DE TRANSIÇÃO: UM OLHAR SOBRE A REPARAÇÃO INTEGRAL ÀS VÍTIMAS DA DITADURA MILITAR ENTRE OS ANOS DE 2018 A 2022


PALAVRAS-CHAVES:

Justiça de Transição. Justiça de Transição Reversa. Reparação Integral. Vítimas. Ditadura Militar. Negacionismo Histórico.


PÁGINAS: 118
RESUMO:

A presente tese visa desenvolver o entendimento sobre a reparação integral às vítimas de violações aos direitos humanos do período ditatorial brasileiro, no âmbito da Comissão de Anistia, entre os anos de 2018 a 2022. Busca-se, a partir de uma pesquisa empírica para a elaboração teórica, delineada por meio da estratégia do estudo de caso, verificar como a Comissão de Anistia brasileira, nos anos de 2018 a 2022, operacionalizou o programa reparatório em massa às vítimas de crimes de lesa-humanidade do período ditatorial (1946 a 1988). À luz desta problemática de pesquisa, o estudo reside em buscar responder como se operacionalizou a atuação da Comissão de Anistia brasileira entre os anos de 2018 a 2022, desde a perspectiva da(s) vítima(s). A pesquisa leva em consideração como a conjuntura sociopolítica pode asfixiar ou oxigenar, a depender de quem detém o poder, o trato no manejo das políticas por Memória, Verdade e Justiça no país. O estudo leva em consideração que a Justiça Transicional e seus mecanismos constituem formas de como lidar com o passado de exceção, e como é importante não desconsiderá-lo (ou desrespeitá-lo), pois ao não se enxergar criticamente as violências do passado não conseguiremos, enquanto corpo social, perlaborar (elaborar) os traumas decorrentes da violência do estado ditatorial, e nem operar transformações na realidade que tenham o condão de construir uma sociedade minimamente tolerante, livre de preconceitos, justa e solidária.


MEMBROS DA BANCA:
Externa à Instituição - CAROLINA DE CAMPOS MELO - UERJ
Presidente - 1728968 - ENEA DE STUTZ E ALMEIDA
Interno - ***.173.968-** - JOSE GERALDO DE SOUSA JUNIOR - UnB
Interna - 1645163 - SIMONE RODRIGUES PINTO
Notícia cadastrada em: 03/12/2024 14:24
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