Testosterona e agressividade na prática contábil
Big Data; Contabilidade comportamental; Agressividade na prática contábil; Relação entre o nível de testosterona e a prática contábil; Desempenho da firma.
Após identificar se existe relação entre o nível de testosterona e a prática contábil, investigar-se-á se essa mesma proxy pode auxiliar na previsão do desempenho da empresa. Tal investigação é importante, uma vez que auxilia na compreensão da relação entre práticas contábeis e traços genéticos que podem impactar na personalidade do gestor. Esses traços refletem em biomarcadores que representam a exposição do indivíduo a hormônios como a
testosterona, que os fazem serem mais propensos a terem características comportamentais específicas como agressividade, resiliência emocional, apetite por riscos, dominância, competitividade e “efeito vencedor”.